terça-feira, 19 de maio de 2015

…fazer as coisas como deve ser?

Passou mais um compasso pascal e as pessoas continuam a embirrar com a volta que a cruz dá pela freguesia.
As pessoas tendem a impor a sua vontade na hora de receber a cruz em sua casa, fazendo o compasso andar às voltas e passar duas vezes no mesmo local (sendo que na primeira tem que se deslocar por vezes quase 1km só para fazer uma casa, quando 2h mais tarde passaria mesmo fora daquela porta).
Isto é recorrente e todos os anos acontece nas nossas freguesias, a vontade pessoal impõe-se sobre a vontade colectiva. Quem coordena o compasso tem que se impor e não ficar com medo do que as pessoas possam dizer, o que que fazia à 100 anos não em que se fazer nos dias de hoje. A Páscoa é de todos e todos merecem respeito.
Outra coisa que quero fazer referência é que existem nas nossas freguesias cidadãos de primeira, de segunda e de terceira. Não somos todos tratados da mesma maneira (ao contrário do que Jesus e a Bíblia anunciam). Numas casas a cruz entra e sai, a banda de música passa a correr e noutras a cruz pára 10minutos, a banda entra portão a dentro e fica lá à espera.

Não somos todos iguais? Não devemos ser tratados da mesma forma? Deixem-se de hipocrisias e comecem a fazer as coisas como deve de ser.