quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Cortes necessários



…acabar com: as reformas milionárias, o acumular de várias reformas, os salários milionários de maus gestores, o RSI (que tira a vontade de trabalhar), os cargos fantasmas nas empresas estatais, as fundações (que só servem para dar a ganhar milhões aos seus gestores), os financiamentos a empresas que acabam antes de começar, assessores dos assessores, as comissões políticas, o financiamento aos partidos, as viagens “políticas” ao estrangeiro…, tudo o que mensalmente leva milhões dos cofres do estado.
…acabar com tudo aquilo que não é necessário, ou é um desperdício de dinheiro dos contribuintes que tanto esforço fazem para o conseguirem. Haja coragem para fazer o que é certo e para que sejam tomadas as decisões que mais interessam a todos os portugueses. Haja alguém que pare para pensar e reflita bem antes de tomar a iniciativa. Haja alguém que ouça e que tire conclusões. Haja alguém que faça o que é certo.

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